Você reproduz padrões de comportamentos dos outros?

September 14, 2017

Sua maneira de pensar, falar e agir são escolhas suas ou são simplesmente a reprodução de padrões dos outros?

Chega um momento na vida em que precisamos nos “passar a limpo” e fazer uma análise profunda dos nossos comportamentos e do quanto eles têm influenciado nossos resultados em todas as áreas da vida. Na primeira infância somos educados e moldados de acordo com a educação e valores dos nossos pais e professores. Na adolescência acrescentamos as influências dos amigos e diferentes esferas sociais. E no início da vida adulta começamos a experimentar a liberdade de nossas decisões. No entanto, conforme vamos amadurecendo percebemos que a vida tem demandas que exigem de nós muito mais do que imaginamos.

 

E nessas horas, se não nos abrirmos para o autoconhecimento e a autorresponsabilidade, caímos na armadilha de reproduzir padrões, muitos deles cheios de crenças limitantes. Quando falo da necessidade de “nos passar a limpo” não significa abandonar valores e princípios importantes que nos construíram e nos trouxeram até aqui. O que quero dizer é que chega uma hora em que a gente finalmente percebe que há comportamentos que já não funcionam mais e não fazem sentido em nosso modelo de vida atual.

 

Preste atenção como muitas vezes reproduzimos atitudes de rigidez, acusação e julgamento, por exemplo. Numa análise sincera e profunda podemos detectar que em algum momento aprendemos e vivenciamos estes comportamentos com pais, professores, amigos, chefes e até pessoas com quem nos relacionamentos afetivamente. Mas diante disso surge uma pergunta: por quê reproduzimos alguns padrões mesmo sabendo que eles não são saudáveis? Entre tantas interpretações destaco uma: a influência dos outros sobre nós é muito forte. Infelizmente, muitos de nós fomos educados na base do medo, na falta, na pressão e até DEUS era usado como instrumento de ameaça. Essas referências acabam tendo um peso muito grande, se instalam em nosso inconsciente e quando menos nos damos conta agimos exatamente de uma maneira com a qual não concordamos.

 

A grande sacada é começar a prestar atenção no tipo de discurso que usamos e na maneira como reagimos a acontecimentos do dia-a-dia, dos mais corriqueiros àqueles que abalam nossa estrutura emocional. O que é realmente seu e o que é dos outros?

Comece a olhar seus comportamentos com uma visão mais aguçada. Abra-se para novas perspectivas, aprenda a reeditar o filme da sua vida todos os dias. Escolha caminhos alternativos, experimente agir diferente do que tem agido em determinadas situações e acesse outras visões de mundo.

 

E lembre-se sempre: você não é seus pais, você não é chefe, você não é a sociedade. Você é você e isso por si só te dá o direito construir seus próprios pensamentos, redefinir seus valores, adotar novas ações e viver verdadeiramente aquilo que você acredita. Não desperdice seus dias tentando seguir aquilo que já não combina com você. Transforme o que os outros chamam de vida em sua própria jornada. Pare de repetir padrões, seja você, seja feliz.

 

Fabiano Latham – Life Coach

Bem-estar Físico & Mental

www.fabianolatham.com

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