Declare sua independência emocional: pare de repetir padrões negativos

May 7, 2018

 

Você chega à idade adulta, começa a ter suas primeiras conquistas, passa a tomar decisões por conta própria e vai colecionando suas experiências nos relacionamentos e na vida profissional. Tudo vai bem até que, de repente, começa a perceber que vários erros se repetem, algumas situações e tipos de pessoas são constantes em sua vida e você acaba, em algum ponto, se sentindo perdido (a). É quando reconhece que suas ações não “combinam exatamente” com quem você é atualmente e sua essência. Então, surgem conflitos de toda ordem e você quase nunca se sente pleno (a) consigo.

 

Justamente nestes momentos é que se faz necessário declarar a “independência emocional”. Pode estar ocorrendo que uma parte dos seus problemas tenha origem em padrões de pensamento e comportamento aprendidos na infância, adolescência e mesmo na transição para a vida adulta.

Inconscientemente reproduzimos padrões, crenças  limitantes e ações dos nossos pais, professores e outras pessoas que exerceram forte influência sobre nós, como um parente, líder religioso ou o primeiro chefe, por exemplo.

 

É preciso coragem e boa dose de autoconhecimento para ter essa percepção sobre a repetição de padrões. Infelizmente, nem sempre temos somente boas referências dignas de reprises na vida adulta. É de extrema importância aprender e incorporar novas maneiras de agir que vamos aprendendo com as experiências, observações, descobertas e também decepções e frustrações.

Os padrões dos quais precisamos nos livrar são carregados de crenças negativas sobre si e a vida, problemas mal resolvidos, traumas e insatisfações de toda ordem.

 

Identificando padrões

A maneira como lidamos com algumas situações pode não funcionar justamente porque se trata de um padrão internalizado em algum momento da história pessoal e que não se encaixa no seu modo de vida atual:

 

1 ) DINHEIRO – Avareza ou gastos excessivos

 

2) RELACIONAMENTO AFETIVO – Relações baseadas em chantagem, ciúme, controle do parceiro (a), alto padrão de exigências

 

3) AMIZADES – Cobranças, comentários desnecessários, comparações, inveja, fofoca

 

4) TRABALHO – Submissão e autodesvalorização, ideia de perseguição e/ou injustiça, diferentes empregos com o mesmo perfil de chefe

 

5) AUTOIMAGEM – Autocrítica excessiva, busca por padrões físicos incompatíveis com o próprio biótipo, introspeção, timidez, insegurança e medos.

 

A grande questão é: se você identificou que possui algum destes comportamentos, pergunte-se qual a origem. Você se lembra de situações que envolveram esses comportamentos entre pessoas próximas e com influência sobre você? O quanto isso teve impacto em sua visão de mundo?

 

Não se pode afirmar ou culpar alguém, pois na vida adulta você deve ser autorresponsável. No entanto, se quer se libertar de emoções negativas e escrever a própria história, comece declarando sua independência emocional. Não se deixe mais controlar por referências ruins, mesmo que elas tenham sido apreendidas de pessoas que sempre quiseram seu bem e ainda fazem parte da sua convivência. Você tem todo direito de ser sua melhor versão. Basta fazer sua parte!

 

# FORÇA SEMPRE #

 

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